“Brazil began dreaming about becoming a serious country” Palavras de Mary O’grady. Traduzindo o que retirei de uma matéria publicada no jornal da qual ela é colunista, o The Wall Stret Jornal, “Brasil começa a sonhar sobre como se tornar um pais serio”. Interessante.
Qual é o parâmetro para essa seriedade? Espero que não seja o pais de Mary como nivelador , mas se for dos Estados Unidos que a senhorita O’grady esteja falando, troque a palavra serio, para dominador.
A democracia avançada, que é como se auto intitulam os americanos, tem um sistema de eleições bastante complicado, e em resumo, não é a população que elege o presidente, o voto popular é importante, mas pode não fazer a diferença na hora de escolher entre republicanos ou democratas.
No Brasil o sistema de eleições é o mais avançado, o presidente é literalmente escolhido por voto popular, e a apuração dos votos é a mais moderna, com pouca chance de erro, e o resultado sai em 24 horas.
O Brasil está tentando, com todas as suas dificuldades internas, se estabelecer no mercado externo, jogar de acordo as regras da OMC, lutar em prol do meio ambiente, melhorar suas relações comerciais, entender as mais diversas culturas, superar as inúmeras dificuldades impostas por países do primeiro mundo, lutar pela paz. Lógico que com tão pouco poder, e com tanta dominação alheia, fica difícil acertar sempre e em 10, ou 20 anos, conseguir algum êxito. O presidente Lula pode não ser o melhor exemplo, mas é o exemplo que o povo, por seus diversos motivos, escolheu para tentar mudar um pouco a historia desse pais. E o Bush? Escolhido por deputados para mandar tropas ao Iraque? Isso é ser serio? Se algum brasileiro está sonhando com isso, por favor, acorde!
Por Marcela Terra
Um comentário:
Essa jornalista não passa de uma fuleira. Realmente, qual é o exemplo de país sério que ela toma? E porque o Brasil, na opinião dela, não é um país sério? Me parece que a popularidade do nosso líder, que, de acordo com o Le Monde representa os países subdesenvolvidos, assusta a elite mundial. Lula ganhando destaque na ONU, em Copenhagen e no Irã pode ir contra os planos de países imperialistas, que tentam ao máximo vulgarizar países como China, Índia e Brasil, para impedir qualquer tentativa de um desses países de ganhar um espaço considerável no mundo. Infelizmente, hoje em dia, grandes mídias e veículos de informação como Wall Street Journal não são mais confiáveis, visto que sempre assumem uma postura, indo contra os princípios do jornalismo: a imparcialidade. Um beijo, MARCELA TERRA FAKE FRIEND.
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